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sábado, 31 de julho de 2010

Maria Beatriz Tavares (Maby Nyberg)

Todos no mundo tem a sua alma gêmea. Não importa quem você é, onde você está, que idade tem. Independente de etnia, religião, crença, TODOS no mundo tem a pessoa que te completa e que, simplesmente, pensa igual a você. Essa pessoa pode ser um amigo(a), um namorado(a) ou um irmão(ã).
Bem, eu tenho a minha alma gêmea e ela,bem, ela é essa do título e, isso pode parecer lésbico, eu amo a Maby! Ela é minha melhor amiga, minha irmã. Me escuta nos momentos que eu preciso, me esculacha também quando necessário. Em poucas pessoas eu confio, mas ela é uma que eu sempre, sempre vou confiar.
Tem gente que faz pacto de sangue pra poder ficar unido pra sempre com alguém, ter o mesmo sangue correndo nas veias. Mas eu e a Maby nunca precisaremos disso. Nossa sintonia até assusta de vez em quando, pensamos igual! Falamos igual!
O engraçado é que nem sempre foi assim, eu confesso. Tinha uma época que eu tinha a tendência de me afastar da Maby, por que até hoje não me lembro. Mas um dia me dei conta de que devemos valorizar todos ao nosso redor, porque só quando perdemos uma pessoa sentimos a falta dela. E foi assim que eu me aproximei dessa puta e até hoje estamos aí!

Sei que ela sabe tudo sobre mim e eu sei tudo sobre ela. Ninguém nos conhece melhor, senão nós mesmas! Isso me deixa feliz, é bom poder contar a sua vida a alguém e saber que essa mesma conta com a tua!
Pra mim, o real sentido de amizade tem nome e sobrenome e é você, By. Te amo Hayley Whore!

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Olhos de ressaca

Hey gente, to aqui com o maior esforço, mas estava com muitas saudades, então resolvi falar sobre bebidas.
Mentira! Eu to com os olhos quase fechando por causa de uma leve ressaca de vodca. Não, não fiquei bêbada de cair, mas acordei com essa puta dor de cabeça... Vai entender né.
Então talvez eu fale das pessoas que nos esquecem como se fossemos um nada. Se essa pessoa é penas uma pessoa que passa pela sua vida como uma breve garoa de primavera, tudo bem, ela passa e nem deixa marcas. Mas e se essa pessoa for como as longas e duradouras chuva de inverno? Que parece que vai estar contigo pra sempre e, em um certo momento, ela simplesmente desaparece. Não fala mais com você, não deixa recados, não dá sinal de vida. O que você faz? Como você infrenta isso?
Muitas pessoas que eu considerava minhas amigas, já me fizeram desacreditar nela e talvez eu pensa hoje quer eu sou muito idiota. Idiota por dar muito valor ao ser humano, essa criatura completamente imprevisível e calculista, e idiota por ter sido feita de otária trocentas vezes, mas sempre voltar atrás.
Bem, pra quem se sente o ser mais fraco da galáxia por sempre, sempre perdoar e sempre voltar atrás com todos, tá aqui, vocês não s~çao os únicos, pelo menos eu fico feliz em saber que talvez não seja a única. Ou não.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Weekend in Heaven

Como posso descrever o que foi esse final de semana? Maravilhoso não é uma boa característica, não define muito bem. Foi como estar no paraíso!
Para explicar melhor, na sexta viajei com um grupo de meninas para São Paulo para um encontro regional do Movimento dos Focolares. Regional mesmo!
Além de nós, do Estado do Rio de Janeiro, tinham meninas da própria São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo.
Mesmo com tanta gente diferente, não tinha comparação de como nós, cariocas, estávamos e como as outras meninas estavam.
Para início de conversa, na apresentação das nossas cidades a energia nos nossos gritos era quase que sobrenatural.
Não só na apresentação! O nível de piadas internas aumentou consideravelmente. E as músicas inventadas então?
Nós fomos bem barulhentas até o domingo, mas não foi só isso. O grupo esteve unido do início ao fim, como sempre quis que estivesse. Isso nos fez fortes.
Conheci umas meninas que, por incrível que pareça, não se incomodaram com a nossa bagunça organizada. Elas sim foram corajosas de falar conosco até quando sentamos ao chão do refeitório para tomar o café da manhã, já que não tínhamos mesa.

Talvez umas das partes mais bela dessa viagem tenha sido na noite de sábado, quando uma das menores fez uma música belíssima para uma das duas meninas que ficaram por lá. Não preciso nem dizer que a choradeira começou e muitas não se acalmaram tão cedo.
São as coisas que acontecem quando se tem uma relação quase que de irmandade, isso, claro, além de rodas de música como "Rap das Armas" misturado com um gospel barato de "Somos a Igreja do Senhor. ALELUIA!"
No domingo, na hora da partida, as garotas corajosas que simpatizaram conosco conseguiram inflar mais nossos egos nos enchendo de fotos com sorrisos, abraços e muitas recordações para serem guardadas.
Claro que muitos gritos foram emitidos...
E, no fim, só para reforçar a ideia que definitivamente não somos normais, 7 horas de viagem de volta com a linda compania dos Backyardigans na televisão do ônibus.
Um final de semana pra qual eu adoraria voltar...
"I'm so happy/Cause today I find my friends/In my head"